para phoebe waller-bridge, tudo (o emmy 2019) | Blog Legendado


Você que frequenta oriente blog há um tempinho já sabia que era meio impossível o Emmy (mesmo sendo o Emmy) não dar todos os prêmios importantes de comédia para “Fleabag”. Nem é questão muito de descobrir uma série melhor que a outra, é questão de que “Fleabag” é uma das melhores coisas da última dez. E é dissemelhante de tudo o que a gente está acostumada a ver. E a Phoebe Waller-Bridge é simplesmente um gênio, seja escrevendo (principalmente), seja atuando. Portanto é isso, não tinha muito porquê dar para ninguém mais esses prêmios – melhor comédia, atriz de comédia, roteiro de comédia.

(Dá para ler mais sobre “Fleabag” e por que você deve ver cá. )

Não, nem para minha ídola suprema Julia Louis-Dreyfus, que já tem sua linda coleção de merecidas estatuetas e está bom. E nem para “Veep”, que terminou porquê uma das melhores comédias de todos os tempos, mas que teve uma última temporada inferior do que já foi em outros tempos.

Portanto: tudo certinho, “Fleabag” é sem a menor incerteza a melhor coisa de 2019, em qualquer categoria. E ainda teve aquele lindo prêmio de roteiro para o primeiro incidente da segunda temporada, uma verdadeira obra-prima. (Amazon Prime Video)

Quem viu “Chernobyl” também não tinha incerteza de que a série merecia os três prêmios que levou na categoria minissérie – melhor série, roteiro e direção. É boa demais (HBO).

Conheça todos os vencedores do Emmy 2019


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Jodie Consumir foi uma escolha ok por seu papel em “Killing Eve” (que teve uma segunda temporada só mediana e não é exatamente um drama), eu curti Billy Porter ganhando por “Pose”, não acho que Bill Hader merecia tanto assim uma estatueta por “Barry” (mas quem merecia?), gostei de Julie Garner ganhando por “Ozark” (ela é muito boa essa moçoila), vibrei com Tony Shalhoub e principalmente Alex Borstein levando os prêmios de ator e atriz coadjuvante de comédia por “The Marvelous Mrs. Maisel” – que, vamos lembrar, teve uma segunda temporada metade chatilda metade incrível. Também gostei do prêmio de melhor ator de minissérie para Jharrel Jerome – Korey por “Olhos que Condenam“, embora meu voto fosse para o sensacional Jared Harris. Mas tudo patente.

Tirando isso, quem a essa fundura do campeonato vai comemorar um prêmio de melhor drama para “Game of Thrones”, gente? Parabéns Peter Dinklage. E precisamos melhorar esses dramas aí, hein.

Um Emmy suave. Que bom. Viva Phoebe.



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