Depois conversa com Bolsonaro, Regina Duarte decide ir a Brasília para saber a Secretaria de Cultura; ‘Estamos noivando’, diz a atriz | Política














O Palácio do Planalto afirmou nesta segunda-feira (20) que a atriz Regina Duarte vai a Brasília na quarta (22) para saber a Secretaria Privativo da Cultura. Ela foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o órgão. Os dois tiveram uma reunião no Rio de Janeiro para tratar do tema. Depois da conversa, ela escreveu que está “noivando” com o governo.

“Depois conversa produtiva com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte estará em Brasília na próxima quarta-feira, 22, para saber a Secretaria Privativo da Cultura do governo federalista. ‘Estamos noivando’, disse a artista em seguida o encontro ocorrido nesta tarde no Rio de Janeiro”, disse o Planalto na nota.

Em uma rede social, Bolsonaro escreveu que o noivado “possivelmente trará frutos” para o Brasil.

“Tivemos uma supimpa conversa sobre o porvir da cultura no Brasil. Iniciamos um ‘noivado’ que possivelmente trará frutos ao país”, escreveu o presidente.

O G1 apurou que a atriz considera que está quase tudo claro, mas quer ir a Brasília saber mais sobre o incumbência, antes de resolver se aceita o invitação.

Segundo a colunista do G1 Cristiana Lôbo, Regina Duarte disse a amigos que vai concordar o invitação para assumir a secretaria.

No término da tarde desta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou no Palácio da Alvorada que está “nubente” da atriz. “Fiquei nubente da Regina Duarte. Tivemos uma conversa bacana”, declarou.

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte — Foto: Redes SociaisPresidente Jair Bolsonaro e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte — Foto: Redes Sociais

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte — Foto: Redes Sociais

Em nota, a Orbe informou que: “A atriz Regina Duarte tem contrato vigente com a Orbe e sabe que, se optar por assumir incumbência público, deve pedir a suspensão de seu vínculo com a empresa, uma vez que impõe a nossa política interna, de conhecimento de todos os seus colaboradores.”

Exoneração do ex-secretário

O ex-secretário de Cultura, Roberto Alvim, foi destituído por Bolsonaro na sexta-feira (17). Alvim caiu em seguida a repercussão negativa de um exposição em que usou frases semelhantes às de um exposição de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo de Adolph Hitler, na Alemanha nazista.

O nome de Regina Duarte surgiu no mesmo dia uma vez que predilecto para a vaga. De conciliação com o blog da Natuza Nery, a atriz afirmou que queria uma conversa “olho no olho” do presidente antes de se resolver sobre o invitação.

A reunião foi marcada para esta segunda. Depois de compromissos da agenda solene no Rio de Janeiro, Bolsonaro conversou com a atriz no aeroporto, antes de embarcar de volta para Brasília.

A Secretaria da Cultura herdou as atividades do macróbio Ministério da Cultura, extinto pelo presidente.

  • A trajetória de Regina Duarte na política, do ‘eu tô com pânico’ ao invitação para integrar governo Bolsonaro

Desde os anos 1970, a trajetória artística de Regina Duarte é marcada por atuação na política. Naquela dez, Regina interpretou uma mulher divorciada na série “Malu Mulher”, da TV...

Orbe, quando o tema ainda era tabu.

Em 1985, quando vivia a Viúva Porcina da romance “Roque Santeiro”, Regina participou da campanha de Fernando Henrique Cardoso à prefeitura de São Paulo – a primeira em seguida o término da ditadura militar. O base se repetiu em 1998, quando FHC tentava a reeleição uma vez que presidente.

Já no segundo vez presidencial em 2002, Regina Duarte ficou famosa ao manifestar, no horário eleitoral do PSDB, que “tinha pânico” da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela pedia que os eleitores votassem no ex-ministro da Saúde José Serra, definido por ela uma vez que “varão dos genéricos, do combate à Aids.”

“Eu estou com pânico, faz tempo que eu tinha esse sentimento. Porque eu sinto que o Brasil nessa eleição corre o risco de perder toda a firmeza que já foi conquistada. Eu sei que muita coisa tem que ser feita, mas também tem muita coisa boa sendo realizada. Não dá para ir tudo para a lata do lixo”, dizia o texto.

“O outro, eu achava que conhecia, mas hoje não reconheço mais. Tudo que ele dizia mudou muito, isso dá pânico na gente. Outra coisa que dá pânico é a volta da inflação desenfreada, lembra?”, seguia Regina, fazendo referência a Lula.

Em 2016, o portanto candidato a prefeito e hoje governador de São Paulo, João Doria, publicou foto com Regina Duarte em uma rede social. Na postagem, classificou a atriz uma vez que “amiga de uma vida inteira”.

Já em 2018, na campanha de Jair Bolsonaro, Regina participou de um ato em prol do portanto candidato do PSL na Avenida Paulista.

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, no período eleitoral, disse que Bolsonaro é “um rosto guloseima, um varão dos anos 1950, uma vez que meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora.”

Regina Duarte na novela 'Vale Tudo', de 1988 — Foto: Memória GloboRegina Duarte na novela 'Vale Tudo', de 1988 — Foto: Memória Globo

Regina Duarte na romance ‘Vale Tudo’, de 1988 — Foto: Memória Orbe

Regina Duarte estreou na televisão em 1965 aos 18 anos na romance “Divindade Vencida”, da Excelsior. Em 1969, fazia seu primeiro trabalho na Orbe, em “Véu da Prometida”.

Três anos depois, se consagrou em “Selva de Pedra”, ao interpretar uma artista plástica com dupla identidade, Simone Marques.

Em 1975, voltou ao teatro, onde havia começado a curso. Na peça “Réveillon”, buscava romper com a imagem de boa moça conquistada com seus personagens na TV.

Depois de um período fora da emissora, voltou à Orbe em 1985 para interpretar seu papel mais publicado, a viúva Porcina, de “Roque Santeiro”.

Depois participações em séries, emendou dois de seus trabalhos mais conhecidos, “Vale tudo” (1988), de Gilberto Braga, e “Rainha da sucata” (1990), em uma protagonista escrita mormente para a atriz.

Entre breves interrupções para voltar aos palcos, ainda teve tempo para interpretar três Helenas nas novelas de Manoel Carlos, “História de paixão” (1995), “Por paixão” (2006), na qual contracenou com a filha Gabriela, e “Páginas da vida” (2006).

No cinema, trabalhou em filmes uma vez que “Lance maior” (1968), “Além da paixão” (1985) e “Gata velha ainda mia” (2014).

FALAS DE SECRETÁRIO DA CULTURA E MINISTRO NAZISTA



Natividade Notícia -> :Fonte Notícia



Mude para versão para dispositivos móveis deste site